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Hérnia de disco

Seu disco é formado por 2 camadas. Uma externa e mais rígida (anel fibroso) e outra interna e mais mole (núcleo pulposo). Quando essa camada externa rígida se rompe, a    camada interna mole pode sair para fora e comprimir a   medula espinhal ou algum nervo. Isso causa dor e pressão local, levando muitas vezes a dor irradiada para algum braço ou perna.

 

 

Escoliose

A sua coluna vertebral no plano coronal (olhando de frente, ou de costas) normalmente é retilínea, podendo ter pequenas variações de inclinações e curvas até 10 graus. Quando existe uma curva acima de 10 graus neste plano, dizemos que está presente uma Escoliose.

As escolioses não apresentam uma causa identificada em 80-90% dos pacientes, sendo chamadas de "idiopáticas". Uma minoria (10-20%) apresentam um fator causal secundário (escolioses congênitas, neuromusculares, neurofibromatose, etc.) que pode ser identificado. Quando avaliamos as escolioses idiopáticas (as mais freqüentes), essas podem ser divididas de acordo com o início de seu aparecimento em:

- Infantil (início antes dos 3 anos de idade)

- Juvenil (entre 3 e 10 anos de idade)

- Adolescente (entre 10 e 18 anos de idade)

- Adulto (após os 18 anos de idade)

Independente do tipo de escoliose apresentada e a idade de seu surgimento, é muito importante a avaliação periódica com um especialista em Coluna, para determinar se há necessidade do uso de coletes (órteses), avaliações radiográficas adicionais e, até mesmo, cirurgia.

 

 

 

 

Cifose

A sua coluna vertebral no plano sagital (olhando de perfil ou de lado) normalmente apresenta 3 curvaturas:

- Lordose Cervical 

- Cifose Torácica

- Lordose Lombar

Na região da Coluna Torácica o valor normal de cifose pode variar de 20 a 45 graus. Nos casos de pacientes que apresentam grau de Cifose acima de 45-50 graus, faz-se o diagnóstico de Hipercifose.

A hipercifose muitas vezes é flexível e postural (dorso curvo postural), porém em alguns casos pode ser rígida e progressiva (ex.: Doença de Scheuermann, cifose congênita, etc).

 

 

 

 

Torcicolo e Dor na Coluna Cervical

Esse é um dos sintomas mais freqüentes na Coluna Cervical. O aumento do sedentarismo, postura ruim, uso de celulares e computadores de forma incorreta, tensão muscular e stress do dia-a-dia são os principais fatores responsáveis pelo surgimento do torcicolo.

 

 

 

 

Dor na Coluna Lombar

A Dor na Coluna Lombar está presente em até 80% da população. A dor lombar mais freqüente é a mecânico-postural e geralmente melhora em poucos dias. Entretanto, muitas condições podem cronificar a dor ou, eventualmente, complicar o quadro clínico.

  

 

 

 

Osteoporose na Coluna

Com o passar dos anos nossos ossos tendem a perder a mineralização e se tornarem mais susceptíveis a fraturas. O aparecimento da osteopenia e, principalmente, a osteoporose deve ser monitorado e adequadamente tratado. Normalmente essa alteração é mais evidente nos ossos da coluna (vértebras). O risco de fratura da coluna aumenta muito, até mesmo fratura espontâneas sem trauma associado.

 

 

 

Espondilolistese

Isso ocorre quando uma vértebra escorrega em relação a outra vértebra. Pode ser causado por algum traumatismo, decorrente de artrose e até mesmo por alguma falha óssea crônica com sobrecarga da coluna. Esse escorregamento determina uma instabilidade local entre as vértebras, podendo causar dor nas suas costas e até mesmo dor irradiada para os braços ou pernas, por compressão das raízes nervosas.

 

 

 
 

Degeneração do disco

É um processo natural que ocorre com o envelhecimento, fazendo com que o conteúdo de água do disco diminua. Perdendo água, o disco perde altura e pode levar a uma hérnia (quando o conteúdo mole sai de dentro da camada externa mais rígida). Esse problema pode ocorrer em qualquer parte da coluna, sendo mais comum nas transições entre a coluna cervical/torácica e coluna lombar/sacral.

 

 

 

Estenose do canal vertebral

A estenose acontece quando o canal por onde passa a medula e os nervos na coluna torna-se estreito.

Isso por ser causado  pela idade, artrose ou alguma lesão ou traumatismo. Esse estreitamento pode comprimir os nervos e levar a dor, alteração de sensibilidade e até mesmo fraqueza. 

 

  

 

Fraturas na Coluna

As fraturas na coluna são lesões traumáticas que podem ocorrer em traumas de alta energia (acidentes automobilísticos, quedas de altura, etc..) ou baixa energia (osteoporose, lesões ósseas metabólicas, neoplasias).

O local mais frequentemente afetado é a transição da coluna tóraco-lombar. É importante o seu diagnóstico precoce para evitar deformidades. Existem diversas opções de tratamentos para as fraturas na coluna. 

 

DR. LUCIANO PELLEGRINO - ESPECIALISTA EM COLUNA